Você conhece o Needle Painting ou Ponto Caos?

Se você não resiste em regularmente dar aquela bisbilhotada nas hashtags #bordadolivre e #embroidery, já deve ter visto uma técnica de bordado super preenchida que parece 3d! E aí ficou horas pensando em como aqueles pontos eram feitos, tentando entender por onde passou a linha e qual a ordem das coisas. Muito provavelmente você encontrou uma pintura feita com fios, e se você não conhece ainda, a gente mostra alguns trabalhos de quem é referência na técnica:

Coleção “Woodland Animals” da artista Emiliie Ferris.

Bem, mas aqui na terrinha, temos outra artista muito talentosa que arrasa no needle painting: a querida Ana Wasen, que trabalha aqui com a gente ❤ Muitos de nossos clientes não sabem, mas ela tem trabalhos bordados lindos e foi assim que ela ganhou nosso coração, quando nos trouxe esse aqui de presente:

Trabalho de Ana Wasen com a técnica de Needle Painting.

Apesar de chamarmos de bordado, a Ana diz que não sabe bordar, e explica que o “needle painting” acontece, literalmente, como uma pintura. É necessário combinar as cores para simular textura, criar volumes, estudar luz e sombra. Mas e os pontos do bordado? Bem, nesse caso eles ficam meio de lado, ou seja, é um bordado libertário! E o avesso perfeito? – pergunta básica de toda oficina de bordado. Não, não falaremos sobre isso, porque não tem lugar aqui. Em nossa pesquisa sobre o assunto encontramos o termo “ponto caos” usado diversas vezes pelas queridas do Clube do Bordado quando se referiam ao needle painting, mas nós, aqui no armarinho, chamamos de bordado libertário mesmo.

Mesclagem de pontos nos trabalhos de: Emillie Ferris e Lisa Smirnova.

Ainda segundo a Ana, nessa técnica quanto mais fina a linha usada, maior a quantidade de detalhes no desenho, possibilitando um resultado minucioso. As linhas mais grossas são usadas para simular diversas texturas, como as pinceladas de uma pintura, por exemplo. Existem dois meios de preencher o tecido e obter o resultado de needle-painting: preenchendo por áreas de cores ou mesclando os pontos. Este último é utilizado para ilustrações mais realistas.

Preenchimento de área nos trabalhos da Ana Wasen.

E com todas essas informações, o que nós queremos mesmo saber é se você não ficou com os dedinhos coçando de vontade de desenhar e pintar com a agulha!? Então vem, porque dia 08 de julho – sábado, a Ana vai contar todos os segredos da técnica, na oficina de Needle Painting e você já pode se inscrever aqui!

Gatinho, empolgado com a técnica tentando um auto-retrato!

 

Nossas atitudes (e sacolas) significam muito!

Sabe aquelas sacolas que sempre sobram depois de fazermos compras? Elas têm muito mais potencial do que vocês imaginam – sim, elas não precisam ficar no armário acumulando pó e esperando ansiosamente o dia de serem usadas. Elas podem ser usadas agora e podem nos ajudar a ajudar o planeta!

 Já faz um tempinho que aceitamos sacolas de papel, de qualquer marca, a fim de devolvermos todas ao mercado. Isso mesmo, reutilizando! Funciona assim: nossos clientes doam sacolas mil para a loja, nós colamos um selinho informando o reuso e entregamos para outros consumidores, que levam suas compras para casa sem agredir a natureza.

Fazemos isso porque nos preocupamos com duas coisas bem simples, mas importantes: ecologia e consumo consciente, dois pontos que já deixaram de ser assuntos da moda para virar prioridade de muitas empresas e organizações.

Não é modinha, é responsabilidade

Cidades como Belo Horizonte e São Paulo já proibiram a distribuição gratuitas de sacolas plásticas não ecológicas. Existem, inclusive, propostas para fazer a mesma coisa em Curitiba e até a nível nacional. Não é chatice ou frescura tais iniciativas, mas você sabia que um bilhão e meio de sacolinhas são consumidas no mundo POR DIA?* Sim, é assustador.

O pior é que a maior parte delas são descartadas de maneira incorreta, indo parar nas ruas e entupindo bueiros e atrapalhando o escoamento da chuva. Ou até indo parar em rios ou no oceano, sendo consumidas sem querer por animais inocentes que nada tem a ver com a história. E sabe quanto tempo elas levam pra se decompor na natureza? 450 ANOS!

Então, essa iniciativa é a maneira que encontramos para tentar minimizar os efeitos que nossos hábitos de consumo têm no meio ambiente. Reutilizando sacolas já estamos fazendo um pouquinho pra ajudar! Além disso, temos ecobags que são ótimas pra acomodar as compras e materiais de artesanato. Vários clientes a utilizam e tantos outros trazem as suas próprias bolsas/mochilas.

Ficamos felizes com as doações e com a aceitação das sacolas doadas; e ainda mais com a disposição de usar sua própria bolsa em detrimento de uma sacola descartável qualquer. Também já fomos informados que a ideia está se multiplicando em outras lojas da cidade e adoramos que essa ideia seja copiada. Já nos perguntaram se “podem ser doadas sacolas com marcas?” Sim, gente, é qualquer sacola! “Mas e aí vai fazer propaganda de outras empresas?” Bem, na verdade nem chegamos a pensar nisso, porque estamos divulgando outras empresas e estamos ajudando o mundo todo, não é? 

Portanto, se você tem sacolas de papel sobrando por aí, pode trazer pra gente quando você vier na Micapullo comprar umas coisinhas. Aproveita também pra dar uma olhada nas nossas ecobags, logo teremos estampas novas! Essa das fotos é desenhada pela artista Élin Godois (@elingodois, no Instagram) e aprovadas e clicadas por clientes queridas ❤

fotos publicadas no instagram: @parisiartesanatos @anakaminskii @juschena @ninecopetti @pragentemiuda  @umachuvadeamor

*Informações do Senado Notícias.

 

Fio Tinto – Furochic para o dia dos namorados

Olá, tudo bem?

Esse é o meu primeiro post por aqui, yeyy! Então deixa eu me apresentar: Meu nome é Andressa e sou a criadora da Amora Amorinha. Vim para contar sobre os produtos e materiais que vocês podem encontrar nesse armarinho que é o  m a i s   b o n i t o   d a   c i d a d  e , e de quebra dar dicas do que é possível fazer com eles ❤

Pois bem, já que o dia dos namorados está quase aí, a dica de hoje é um furochic super simples para embalar o presente do seu amor ❤ O material da vez é o tecido de fio tinto.
Sendo 100% algodão, seu processo de tingimento é feito realmente fio a fio antes do tecimento, e é de acordo com a disposição desses fios que se formam diferentes padronagens como listras, xadrez e maquinetados. Tudo isso garante uma durabilidade maior e cores bem mais vivas nesse material. E sabe qual é o motivo de termos escolhido ele? É que os dois lados do tecido ficam com a mesma estampa não existindo avesso!  Isso é muito legal, pois, abre um monte de possibilidades pra gente poder usar. No caso do furochic por exemplo, a pessoa vai abrir o presente e ver o tecido lindamente do mesmo jeitinho que estava do lado de fora, podendo ser reutilizado para embalar outros presentes ou fazer outras peças que quiser criar.
Para o furochic você vai precisar apenas do tecido. Já adianto: talvez você fique em dúvida de qual escolher lá na Micapullo pois é um mais lindo que o outro ❤ Quando for, é importante saber o tamanho do presente ou da caixa dele. Aqui no meu caso, eu utilizei 31cm x 31cm de tecido para uma caixinha de 7cm x 7cm. É importante que seja realmente bem maior que a caixa para poder fazer certinho.

Vamos aos passos:

1 – Corte um quadrado com o tamanho necessário:       2 – Coloque a caixa na diagonal do quadrado: 3 – Pegue uma das pontas e leve até o final da caixa (pode colocar a pontinha por baixo dela pra ficar bem certinho)4 – Dobre a outra ponta inferior e em seguida leve essa parte para cima da caixa deixando bem justinho:5– Ajuste as laterais (da mesma maneira quando a gente ajusta os papéis de presente dos lados pra fechar) e em seguida leve as duas pontas pra cima, fazendo um nó: 6– Faça um segundo nó, e pronto!
7– Ali sobra até um espacinho pra você colocar um cartão, uma foto, ou o que você desejar: Agora é só entregar ❤

Se você fizer aí, marca a gente nas redes sociais com a hashtag #fizmicapullo ❤ e visite a loja para conhecer todos os tecidos lindos que tem lá!

Um beijo e até a próxima!

 

Por: Andressa
Andressa é criadora da Amora Amorinha e ama muito: fazer tricô & crochê, fotografar, tomar um chá quentinho, sentir cheiros bons, conhecer o mundo e observar as sutilezas cotidianas <3

No outono é sempre igual? Não! Cores 2017 para você se inspirar

Prepare a ousadia e a alegria, abra o guarda-roupa e anime-se, porque apesar de estarmos dando tchau-tchau para o verão, as cores não foram embora, pelo contrário, se reinventaram e agora desfilarão por aí novamente. E, para você saber tudinho que estará em alta no design, na moda e no mundo, separamos algumas das tendências que encontramos por aí quando o assunto são as cores.

E o que a Pantone diz?

Há tempos a Pantone se consolidou como uma empresa que é especialista em lançar previsões e tendências das cores que as indústrias gráfica e da moda usarão durante o ano. Pensando nisso, fomos dar uma olhadinha no catálogo que a marca lançou.

Trata-se do Reveal – título dado pela Pantone à publicação. No livro você encontrará um compilado de padrões de cores que serão utilizadas pelas indústrias em coleções do outono 2017, e também outras de uso sazonal ou possíveis combinações entre elas.

Em linhas gerais, a empresa explorou aquilo que chamou de cores “reais” e “irreais”, aquelas que são mais simples, despretensiosas; e também aquelas mais fortes, chamativas e impactantes, além de uma terceira plataforma: cores que criam uma ponte entre as duas categorias.

 

Como combinar cores?

Se você não faz ideia de como combinar as cores que a Pantone indicou, não se desespere, porque é mais fácil do que você imagina, basta você conhecer um pouquinho sobre o círculo cromático. Olha só:

O círculo cromático normalmente é representado por um círculo com 12 cores: três primárias, três secundárias (formadas pela mistura das primarias) e seis terciárias, criadas pelas misturas das primárias com as secundárias.

Para saber como utilizá-las em sintonia, dê umbizu nas dicas abaixo.

Combinando monocromaticamente

É o famoso o tom sur tom (tom sobre tom), ou seja, a combinação feita com uma mesma cor, mas em diversos tons diferentes. Esse recurso de matizes similares permite uniformidade no visual, o que, no caso dos looks, é capaz de fazer alguém parecer mais alto, por exemplo.

Combinando cores análogas

Quando você escolhe uma cor no circulo cromático, a vizinha da direita e a vizinha da esquerda dela são as análogas e, apesar do contraste quase inexistente entre elas, as cores laterais sempre rendem uma combinação interessante. Na maioria das vezes usa-se uma cor como dominante e as outras duas entram nos detalhes para arrematar a composição.

Combinando cores complementares

A cor que está do lado oposto daquela que você escolheu é a cor complementar (azul e laranja são bons exemplos). Para quem gosta de ousadia, com certeza essa é uma boa maneira de obter boas combinações.

Combinando uma tríade

Aqui são escolhidas três cores que estão na mesma distância no círculo cromático, o que resulta numa mistura de cores vibrantes como, por exemplo, o verde, a violeta e o laranja, mas o indicado é sempre escolher uma cor para ser a dominante, ok?

Entendeu tudinho? Não? Então é só tirar as dúvidas conosco, estamos à sua disposição.

Igor é redator publicitário há seis anos e professor de escrita criativa há dois. Já trabalhou em portais paranaenses como colunista e, atualmente, desenvolve seus estudos textuais como residente do Ateliê SOMA, em Curitiba. Amante da Sociolínguística, compreende a escrita como comunicação, jamais como uma formalidade e aqui no blog escreve sobre tudo o que tangencia o nosso universo.

Conhecendo o museu do bordado

“Pra gente” que ama artes manuais, se delicia com lãs, enlouquece com botões, sonha morar dentro de um armarinho e faz coleção de tesouras… Planejar férias (ou qualquer outra coisa) sempre inclui um pouquinho dessa paixão. E o planejamento das minhas férias de verão não foi diferente! Claro, que eu fui encontrar amigos, matar saudades, conhecer lugares, mas eu também fui conhecer o Museu do Bordado.

O museu

Soube da existência dele meio por acaso digitando “rota artesanal pelo Brasil” no Google, e lá estava: MUSEU DO BORDADO! Como? Existe um museu do bordado! E ele está justamente na cidade onde vou passar parte das minhas férias?! Ahhhhh!

“O museu do bordado tem como finalidade valorizar a cultura, nossa história e o trabalho de nossas ancestrais.” – Beth Lírio

Chegando em Belo Horizonte, eu já entrei em contato com o museu e mais que depressa agendei uma visita. Com aquele sotaque encantador que só mineiro tem, eu fui muito bem recebida pela artista plástica Beth Lírio. Além de um sorriso acolhedor, ela é dona de um conhecimento gigantesco, e com muito carinho, abriu as portas da sua casa para me contar a história do bordado em nosso país.

Ali, na casa que ela mesma desenhou, abriga as mais de sete mil peças bordadas à mão e cheias de histórias. Algumas datam de 1790, outras nos contam histórias de amor, ainda tem as que nos mostram  o bordado como uma fonte de renda, e muitas delas nos revelam o bordado como ato social – principalmente no que diz respeito a condição da mulher na construção da sociedade brasileira. São roupas de cama, vestidos de noiva, roupas de bebê, mostruários de pontos (alguns da mãe da Dona Beth, que foi professora de bordado durante grande parte da sua vida), panos de prato, roupas, quadros e riscos compõem o acervo reunido.

Sala principal da casa que abriga o Museu do Bordado, Belo Horizonte – MG

O bordado como ato político-social

Antes dessa viagem, eu li um livro que se chama “Arpilleras – bordando a resistência”, onde se apresenta os bordados feitos por mulheres chilenas durante o período da ditadura militar. Elas bordavam os desaparecidos políticos, contando suas histórias e resistindo a repressão com suas linhas, agulhas e tecidos. O livro ainda conta sobre como esse movimento de resistência das arpilleras chilenas, inspirou movimentos de bordadeiras brasileiras que residem em cidades inundadas para a construção de barragens. Logo, esse aspecto político, social que o bordado tem, era algo que estava bem vivo dentro de mim e eu me perguntava o que mais o bordado fez na história e, principalmente, em nosso país. Naquela tarde, conhecendo o museu e a Dona Beth, mais um pouquinho dessa resposta me foi dada.

Você já deve ter visto alfabetos e numerais inteiros bordados! Eu sempre que os via pensava, por que as pessoas se davam ao trabalho de bordar letras? Pra que isso? Não seria mais fácil guardar os gráficos? Na minha cabeça aquilo era alguma espécie de gabarito, de mostruário de “lettering das antigas”! E numa das paredes do museu lá estavam eles: alguns alfabetos bordados! E logo em seguida, a Dona Beth contando que os alfabetos e números eram bordados como um ato de resistência feminina. Como assim?

Como às mulheres não se permitia a educação formal, as que sabiam ler e contar, escondidas atrás de tecidos e linhas em “aulinhas de bordado” ensinavam muito mais que pontos. Ensinavam as letras, os números e possibilitavam que mulheres que nunca teriam acesso a leitura, ganhassem através do bordado, essa possibilidade. E assim se bordavam os alfabetos, assim se resistia! Assim, em nosso país, mulheres bordavam a resistência!

“Museu do Bordado é”, por Beth Lírio

Os momentos que passei naquela casa, entre aquelas peças, ouvindo a Dona Beth, só serviu para que eu me apaixonasse mais ainda pelo que me tem sido dado como oportunidade de trabalho. Que alegria e que honra pode dizer que sim, eu sou uma bordadeira!

E, o que eu quero contando tudo isso, é que você não apenas planeje uma ida a Belo Horizonte para comer pão de queijo e conhecer esse museu e desfrutar da companhia da Beth Lírio. Mas que você saiba que bordar, fazer crochê, tricô, etc. São atos culturais, políticos e sociais que fazem parte da história do nosso País, e carregam em si um imenso peso de valorização da mulher… Ainda que,  silenciosamente!

“Bordar é um ato solitário e silencioso, longo e detalhado. Por entre o escolher das cores e caminhos das agulhas as mulheres bordadeiras vão entretecendo suas forças para manter o cuidado com os filhos e os velhos. Sem território e sem teto declaram uma guerra de amor e não de morte.” – Do livro “Arpilleras, bordando à resistência”

Para conhecer mais do museu do bordado clique aqui.  Lembrando que o museu é mantido unicamente com os recursos da artista Beth Lírio, dos visitantes e de doações. Ele fica em Belo Horizonte, Minas Gerais, e as visitas devem ser agendadas pelo telefone 31 3484-1067.

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Entre tantas coisas, mulher e bordadeira, que ilustra, colore e borda com agulha e muuuuito afeto!

Filosofia de Armarinho #2

E depois do feriado de carnaval, damos bom dia para março com a Filosofia de Armarinho número 2:

“E aqueles vistos entre novelos, linhas, retalhos e cores, foram julgados insanos por aqueles que só enxergam a bagunça”

Sim! Aquela baguncinha boa que antecede a beleza de um trabalho bem feito. Nós, artesãos, artistas, crafteiros, designers, marceneiros e metidos a fazer a fazer de um tudo, sabemos que temos que enxergar além! Sabemos que aquele retalhinho pode ficar lindo se combinado com outro. E que aquele fio maravilhoso, que hoje ainda é um novelo mal feito, vai te aconchegar num cachecol delícia no próximo inverno. 

E a gente também sabe que essa é a graça de fazer você mesm@ as próprias coisas. A bagunça é necessária e dela, sempre surge uma estrela! 

Mais uma vez obrigado a todas as conversas, desabafos e risadas que inspiram essa série, aqui no armarinho.

Foto da Sabrina Godarth, do trabalho da Marjott Handmade, na nossa oficina de tear alternativo. By the way, estamos querendo mais oficina de tear com a linda Marjott, quem anima? Em breve falaremos mais sobre isso <3

1 #filosofiadearmarinho

Hoje inauguramos a série “Filosofia de Armarinho” uma coleção de frases e teorias coletadas e inspiradas nesse um ano de conversas sobre o universo craft!

O crochê

“O crochê é como a vida, tem pontos altos e baixos” (sem mencionar os baixíssimos), mas a gente dá conta, se deu errado desmancha, começa de novo, escolhe outras cores. A vida é cheia de escolhas, de tentativas, erros e acertos, o crochê também! O trabalho ilustrando é da nossa profe parceira Nat Petry ♥

Obrigada aos nossos clientes, professores e amigos pelos desabafos, risadas, receitas, dicas e ideias. Todo dia primeiro tem #filosofiadearmarinho.