No outono é sempre igual? Não! Cores 2017 para você se inspirar

Prepare a ousadia e a alegria, abra o guarda-roupa e anime-se, porque apesar de estarmos dando tchau-tchau para o verão, as cores não foram embora, pelo contrário, se reinventaram e agora desfilarão por aí novamente. E, para você saber tudinho que estará em alta no design, na moda e no mundo, separamos algumas das tendências que encontramos por aí quando o assunto são as cores.

E o que a Pantone diz?

Há tempos a Pantone se consolidou como uma empresa que é especialista em lançar previsões e tendências das cores que as indústrias gráfica e da moda usarão durante o ano. Pensando nisso, fomos dar uma olhadinha no catálogo que a marca lançou.

Trata-se do Reveal – título dado pela Pantone à publicação. No livro você encontrará um compilado de padrões de cores que serão utilizadas pelas indústrias em coleções do outono 2017, e também outras de uso sazonal ou possíveis combinações entre elas.

Em linhas gerais, a empresa explorou aquilo que chamou de cores “reais” e “irreais”, aquelas que são mais simples, despretensiosas; e também aquelas mais fortes, chamativas e impactantes, além de uma terceira plataforma: cores que criam uma ponte entre as duas categorias.

 

Como combinar cores?

Se você não faz ideia de como combinar as cores que a Pantone indicou, não se desespere, porque é mais fácil do que você imagina, basta você conhecer um pouquinho sobre o círculo cromático. Olha só:

O círculo cromático normalmente é representado por um círculo com 12 cores: três primárias, três secundárias (formadas pela mistura das primarias) e seis terciárias, criadas pelas misturas das primárias com as secundárias.

Para saber como utilizá-las em sintonia, dê umbizu nas dicas abaixo.

Combinando monocromaticamente

É o famoso o tom sur tom (tom sobre tom), ou seja, a combinação feita com uma mesma cor, mas em diversos tons diferentes. Esse recurso de matizes similares permite uniformidade no visual, o que, no caso dos looks, é capaz de fazer alguém parecer mais alto, por exemplo.

Combinando cores análogas

Quando você escolhe uma cor no circulo cromático, a vizinha da direita e a vizinha da esquerda dela são as análogas e, apesar do contraste quase inexistente entre elas, as cores laterais sempre rendem uma combinação interessante. Na maioria das vezes usa-se uma cor como dominante e as outras duas entram nos detalhes para arrematar a composição.

Combinando cores complementares

A cor que está do lado oposto daquela que você escolheu é a cor complementar (azul e laranja são bons exemplos). Para quem gosta de ousadia, com certeza essa é uma boa maneira de obter boas combinações.

Combinando uma tríade

Aqui são escolhidas três cores que estão na mesma distância no círculo cromático, o que resulta numa mistura de cores vibrantes como, por exemplo, o verde, a violeta e o laranja, mas o indicado é sempre escolher uma cor para ser a dominante, ok?

Entendeu tudinho? Não? Então é só tirar as dúvidas conosco, estamos à sua disposição.

Igor é redator publicitário há seis anos e professor de escrita criativa há dois. Já trabalhou em portais paranaenses como colunista e, atualmente, desenvolve seus estudos textuais como residente do Ateliê SOMA, em Curitiba. Amante da Sociolínguística, compreende a escrita como comunicação, jamais como uma formalidade e aqui no blog escreve sobre tudo o que tangencia o nosso universo.

Saudades do clube? Ele voltou! Clube do Bordado na Micapullo

Aqui não precisa de palavra secreta pra entrar, é só gostar de bordado mesmo! Para quem ainda não conhece o Clube do Bordado, chegou a hora de conhecer.

Lá da maravilhosa Londrina é que ele vem – e vem com tudo. As queridas Camila Lopes, Renata Danial, Laís Souza, Amanda Zacarkim, Marina Dini e Vanessa Israel são as entusiastas dessa técnica que a gente tanto ama, a Camila e a Dini estarão por aqui novamente, para o módulo II de uma oficina que elas realizaram na loja ano passado – e mais dois cursos pra lá de especiais. VEM VEM VEM!

Em 2016 elas estiveram por aqui em agosto e experimentaram aquela chuvarada que só mesmo Curitiba é capaz de oferecer quando a gente menos espera, mas já adiantamos para o Clube que em abril o volume de água que cai do céu pra nos molhar é menor – e mesmo se a chuva insistir em dar as caras, nós resistiremos, claro!

A oficina de bordado livre módulo II é a continuação da oficina para iniciantes, então, se você ainda não fez o módulo I, infelizmente não será possível participar desse. Maaaas, não se preocupe, porque dia 22 de abril teremos um módulo básico por aqui, assim você já pode se preparar para não perder o II. Quer saber mais sobre a oficina que está chegando? É só dar uma olhadinha aqui.

Por que ser mini quando você pode ser maxi?

Você possivelmente já percebeu que gostamos muito das ~~maxitécnicas~~, né? E dessa vez queremos falar de uma outra variável desse tipo de trabalho incrível: você já conhece o maxibordado? Não? Pois deveria. O Clube do Bordado já arrasou por aí aplicando trabalhos do tipo em espaços urbanos, como no evento E se essa rua fosse sua? Iniciativa que reuniu diversas marcas, shows e artistas na Rua XV, em São Paulo. Olha só:

Foto: reprodução/ youcom

E com certeza você pode trocar uma ideia com as meninas sobre a técnica, aliás, você pode se inscrever para aprender tudo sobre maxibordado. Nele você expandirá as possibilidades do bordado e ainda criará um coração anatômico usando materiais tradicionais da tapeçaria. A mistura de técnicas resultará em uma linda peça de decoração e novas possibilidades dentro dos trabalhos manuais. Inscreva-se! 

Com as pedras que me jogaram, construí o meu bordado (?)

TCHARAN: bordado + pedraria by Clube do Bordado também chegou por aqui. Pra deixar tudo que você faz ainda mais bonito, que tal experimentar o uso de pedras na hora de bordar? É possível e, como se não bastasse, você pode utilizar a técnica para dar um up naquelas peças do guarda-roupa que você sempre achou que precisavam de um toque especial. Dê uma olhadinha aqui para saber mais sobre como será a aula.

Foto: reprodução/ facebook Clube do Bordado

Gostaram das novidades? Não, você não leu errado! São três de uma vez só, porque não nos contentamos com coisa pouca. E se você acha que acabou, não acabou – somos muito uma caixinha de surpresas haha! A oficina que for mais procurada será repetida no domingo, ou seja, uma nova turma – e tudo isso com descontinho das migas para as primeiras inscrições!

Ah, e se precisar tirar alguma dúvida sobre as aulas, converse com a gente na loja ou por algum dos nossos canais, ok? Estamos esperando por vocês.

Conhecendo o museu do bordado

“Pra gente” que ama artes manuais, se delicia com lãs, enlouquece com botões, sonha morar dentro de um armarinho e faz coleção de tesouras… Planejar férias (ou qualquer outra coisa) sempre inclui um pouquinho dessa paixão. E o planejamento das minhas férias de verão não foi diferente! Claro, que eu fui encontrar amigos, matar saudades, conhecer lugares, mas eu também fui conhecer o Museu do Bordado.

O museu

Soube da existência dele meio por acaso digitando “rota artesanal pelo Brasil” no Google, e lá estava: MUSEU DO BORDADO! Como? Existe um museu do bordado! E ele está justamente na cidade onde vou passar parte das minhas férias?! Ahhhhh!

“O museu do bordado tem como finalidade valorizar a cultura, nossa história e o trabalho de nossas ancestrais.” – Beth Lírio

Chegando em Belo Horizonte, eu já entrei em contato com o museu e mais que depressa agendei uma visita. Com aquele sotaque encantador que só mineiro tem, eu fui muito bem recebida pela artista plástica Beth Lírio. Além de um sorriso acolhedor, ela é dona de um conhecimento gigantesco, e com muito carinho, abriu as portas da sua casa para me contar a história do bordado em nosso país.

Ali, na casa que ela mesma desenhou, abriga as mais de sete mil peças bordadas à mão e cheias de histórias. Algumas datam de 1790, outras nos contam histórias de amor, ainda tem as que nos mostram  o bordado como uma fonte de renda, e muitas delas nos revelam o bordado como ato social – principalmente no que diz respeito a condição da mulher na construção da sociedade brasileira. São roupas de cama, vestidos de noiva, roupas de bebê, mostruários de pontos (alguns da mãe da Dona Beth, que foi professora de bordado durante grande parte da sua vida), panos de prato, roupas, quadros e riscos compõem o acervo reunido.

Sala principal da casa que abriga o Museu do Bordado, Belo Horizonte – MG

O bordado como ato político-social

Antes dessa viagem, eu li um livro que se chama “Arpilleras – bordando a resistência”, onde se apresenta os bordados feitos por mulheres chilenas durante o período da ditadura militar. Elas bordavam os desaparecidos políticos, contando suas histórias e resistindo a repressão com suas linhas, agulhas e tecidos. O livro ainda conta sobre como esse movimento de resistência das arpilleras chilenas, inspirou movimentos de bordadeiras brasileiras que residem em cidades inundadas para a construção de barragens. Logo, esse aspecto político, social que o bordado tem, era algo que estava bem vivo dentro de mim e eu me perguntava o que mais o bordado fez na história e, principalmente, em nosso país. Naquela tarde, conhecendo o museu e a Dona Beth, mais um pouquinho dessa resposta me foi dada.

Você já deve ter visto alfabetos e numerais inteiros bordados! Eu sempre que os via pensava, por que as pessoas se davam ao trabalho de bordar letras? Pra que isso? Não seria mais fácil guardar os gráficos? Na minha cabeça aquilo era alguma espécie de gabarito, de mostruário de “lettering das antigas”! E numa das paredes do museu lá estavam eles: alguns alfabetos bordados! E logo em seguida, a Dona Beth contando que os alfabetos e números eram bordados como um ato de resistência feminina. Como assim?

Como às mulheres não se permitia a educação formal, as que sabiam ler e contar, escondidas atrás de tecidos e linhas em “aulinhas de bordado” ensinavam muito mais que pontos. Ensinavam as letras, os números e possibilitavam que mulheres que nunca teriam acesso a leitura, ganhassem através do bordado, essa possibilidade. E assim se bordavam os alfabetos, assim se resistia! Assim, em nosso país, mulheres bordavam a resistência!

“Museu do Bordado é”, por Beth Lírio

Os momentos que passei naquela casa, entre aquelas peças, ouvindo a Dona Beth, só serviu para que eu me apaixonasse mais ainda pelo que me tem sido dado como oportunidade de trabalho. Que alegria e que honra pode dizer que sim, eu sou uma bordadeira!

E, o que eu quero contando tudo isso, é que você não apenas planeje uma ida a Belo Horizonte para comer pão de queijo e conhecer esse museu e desfrutar da companhia da Beth Lírio. Mas que você saiba que bordar, fazer crochê, tricô, etc. São atos culturais, políticos e sociais que fazem parte da história do nosso País, e carregam em si um imenso peso de valorização da mulher… Ainda que,  silenciosamente!

“Bordar é um ato solitário e silencioso, longo e detalhado. Por entre o escolher das cores e caminhos das agulhas as mulheres bordadeiras vão entretecendo suas forças para manter o cuidado com os filhos e os velhos. Sem território e sem teto declaram uma guerra de amor e não de morte.” – Do livro “Arpilleras, bordando à resistência”

Para conhecer mais do museu do bordado clique aqui.  Lembrando que o museu é mantido unicamente com os recursos da artista Beth Lírio, dos visitantes e de doações. Ele fica em Belo Horizonte, Minas Gerais, e as visitas devem ser agendadas pelo telefone 31 3484-1067.

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Entre tantas coisas, mulher e bordadeira, que ilustra, colore e borda com agulha e muuuuito afeto!

Filosofia de Armarinho #2

E depois do feriado de carnaval, damos bom dia para março com a Filosofia de Armarinho número 2:

“E aqueles vistos entre novelos, linhas, retalhos e cores, foram julgados insanos por aqueles que só enxergam a bagunça”

Sim! Aquela baguncinha boa que antecede a beleza de um trabalho bem feito. Nós, artesãos, artistas, crafteiros, designers, marceneiros e metidos a fazer a fazer de um tudo, sabemos que temos que enxergar além! Sabemos que aquele retalhinho pode ficar lindo se combinado com outro. E que aquele fio maravilhoso, que hoje ainda é um novelo mal feito, vai te aconchegar num cachecol delícia no próximo inverno. 

E a gente também sabe que essa é a graça de fazer você mesm@ as próprias coisas. A bagunça é necessária e dela, sempre surge uma estrela! 

Mais uma vez obrigado a todas as conversas, desabafos e risadas que inspiram essa série, aqui no armarinho.

Foto da Sabrina Godarth, do trabalho da Marjott Handmade, na nossa oficina de tear alternativo. By the way, estamos querendo mais oficina de tear com a linda Marjott, quem anima? Em breve falaremos mais sobre isso <3

Melhor do que agulhas, só mesmo as nossas agulhas

NO-VI-DA-DE! Assim mesmo, coisa nova e contadinha em sílabas para destacar bem. Sem rodeios, com vocês…TCHARAM: as nossas agulhas. Sim, exclusivíssimas para a Micapullo, porque elas são únicas. Olha só:

1) Todas produzidas com madeira de plantio e corte regulamentados – a natureza agradece;

2) Confeccionadas com madeira de baixíssima densidade (sim, elas são bem levinhas) – o pulso agradece;

3) Tudo em cor clara para contrastar com os fios e te ajudar a enxergar melhor o processo – a visão agradece.

Pois não há o que agradecer, minha gente! Somos imensamente felizes por apresentar sempre produtos de qualidade e feitos especialmente para garantir o melhor resultado para o seu trabalho. As novas ainda chegam com um acabamento um pouquinho diferente. Logo mais mostraremos pra vocês.

Conheça a madeira pinus

Sabe a madeira de baixa densidade que citamos logo acima? Então, é a pinus! Ela tem uma das menores densidades entre as madeiras comercializadas no Brasil – o que deixa as nossas agulhas muito leves e fáceis de manusear. Além disso, o uso desse tipo específico de madeira evita o corte de florestas naturais, o que contribui para preservar espécies nativas. Incrível, não?

Design inteligente

Como se não bastasse todas as vantagens que já listamos para você, ainda pensamos no formato das nossas agulhas, tudo para deixar a sua ~~crochetação~~ ainda mais perfeita. Antes de produzi-las, contamos com a consultaria de duas experts no assunto, A Nat Petry e a Dani Daledone, ou seja, as nossas agulhas foram testadas e aprovadas por profissionais! Obrigado, meninas. Sem falar que as agulhas passam por um processo de polimento em 7 etapas. Tudo isso para que a o fio consiga deslizar mais facilmente quando você estiver crochetando. =)

#supportyourlocals

Outro ponto bastante importante e que queremos destacar sobre as nossas agulhas é que elas são produzidas aqui! A-HAM, produção local e independente. Você leva um produto de qualidade – bem daquele jeito que a gente gosta – e ainda colabora com os produtores locais. Ou seja, todo mundo sai ganhando.

Gostou? Estamos produzindo mais uma leva delas para você. Podemos te avisar assim que elas ficarem prontas, é só você se cadastrar aqui, é rapidinho.

Agora pode voltar para o seu crochê, porque sabemos que você deve estar morrendo de vontade de terminar.

Ficou interessado? Cadastre seu nome e e-mail e avisaremos assim que ficar disponível ; )


O novo sempre vem – e às vezes é usado/ Desguarda!

Sabe aquela peça de roupa que você não usa mais, só que de tão novinha e cheia de histórias você não tem coragem de doar? Pois é, não vamos passar a mão na sua cabeça coisa alguma, vamos te convidar a se desfazer dela junto com a gente!

Dia 18, aqui no jardim, mais de 20 convidados e seus cabides se reunirão para trocar/vender seus desapegos. O Desguarda-roupa / Desapegos no Jardim é uma iniciativa perfeita para você se libertar e, de quebra, ainda dar uma olhadinha na seleção de peças que outras pessoas maravilhosas prepararam. Incrível, não?

chegou a hora de explorar os mistérios do seu guarda-roupa!

Em linhas gerais, o Desguarda-roupa é para quem acredita na reutilização e no consumo consciente, para quem está em busca de uma peça bacana com um preço melhor ainda e, claro, para quem adora um brechó, ou seja, é para você!

Teremos comidinhas? Siiiim!

Para ninguém ficar com fome, a galera da Volante Birra Mole, da Geek Cake e da Veganera estão conosco garantindo aquele lanchinho especial, porque comprar com fome é um caos, né?

E o que mais?

Além de tudo isso, você ainda poderá colaborar com o pessoal da Crazy Cat Gang, projeto que resgata, trata e castra gatos, e também auxiliam no processo de adoção dos bichanos – tudinho de forma independente. Por aqui eles participarão com vendas de roupitchas, acessórios e objetos, são essas vendas que ajudam a manter a iniciativa a todo vapor. Então, se prepare e venha!

Ah, e no dia também serão aceitas doações. Se você desapegou de algo por aí e quer ajudar outras pessoas, traga suas peças, elas serão encaminhadas para quem precisa.

 

 

Para saber quem são as pessoas que participarão do evento ou ainda tirar alguma dúvida sobre a programação, dê uma olhadinha lá no evento que criamos no Facebook. 

Serviço

Desguarda-roupa. Desapegos no Jardim.
Dia 18 de fevereiro, das 15h30 às 19h30.
Micapullo Armarinho Criativo – Rua Professor Brandão, 550.

1 #filosofiadearmarinho

Hoje inauguramos a série “Filosofia de Armarinho” uma coleção de frases e teorias coletadas e inspiradas nesse um ano de conversas sobre o universo craft!

O crochê

“O crochê é como a vida, tem pontos altos e baixos” (sem mencionar os baixíssimos), mas a gente dá conta, se deu errado desmancha, começa de novo, escolhe outras cores. A vida é cheia de escolhas, de tentativas, erros e acertos, o crochê também! O trabalho ilustrando é da nossa profe parceira Nat Petry ♥

Obrigada aos nossos clientes, professores e amigos pelos desabafos, risadas, receitas, dicas e ideias. Todo dia primeiro tem #filosofiadearmarinho.

 

Estamos na Needlework Society ♥

Ano passado a Alice, da Cut and Rum esteve na loja, ela é de São Paulo e ia participar do Manoo (um evento muito bacana que acontece em Curitiba), passou por aqui para comprar meadas DMC. Sim, ela é bordadeira e faz muita coisa linda, (dá uma olhada:@cut_and_rum), e aí, a troca de figurinhas é inevitável 😉 falamos sobre linhas, agulhas e essa vida feita à mão. Mais tarde nos reencontramos no Manoo e ela contou do projeto Needlework Society, que ela desenvolve em parceria com a Paula, outra bordadeira incrível (@blackcatkustom) que mora na Alemanha. O projeto tem por objetivo compartilhar trabalhos e projetos com agulha, dicas, tutorias e entrevistas, conectando artistas pelo mundo através de uma newsletter, ou um boletim que você se inscreve e recebe por e-mail. Demais, não? E aí pra gente ficar mais feliz, ela pediu para tirar foto da loja e nos convidou a participar da segunda edição dessa newsletter, que foi ao ar hoje! 

Esse post é especialmente feito em agradecimento a essa oportunidade de divulgar um pouco mais do nosso trabalho e as palavras de carinho que estão lá. Ela diz que “O armarinho mais lindo do Brasil fica em Curitiba e acabou de fazer 1 ano de vida!” e que venham mais anos e mais parcerias e conexões com pessoas que acreditam nesse mundo em que nada é feito de um dia pro outro, a lindeza vem daí e de cada um que passa por aqui e deixa sua marca, seu sorriso, seu talento e sua vontade de fazer diferente, fazer com amor.

Curso de bordado aqui na loja, ministrado pela Kamilla Domingues.
(Curso de bordado aqui na loja, ministrado pela Kamilla Domingues).

E para deixar vocês com os dedinhos coçando de vontade de se inscrever na newsletter a gente conta um pouquinho mais do que tem lá: dicas de bordado e uma entrevista com a Teti, uma tricoteira ucraniana que vive na Alemanha.

E como faz para se inscrever? É só clicar aqui, preencher e aguardar a próxima edição 😉

Querido diário… ano novo, tem novidade!

O site voltou, o blog também! E nós prometemos (sem dedos cruzados) que ele será atualizado com mais frequência. E agora dá gosto escrever aqui, esperamos que vocês também gostem de ler! E para isso preparamos algumas novidades.

Agora você poderá acompanhar o calendário de cursos na nossa agenda, lá poderá procurar por data ou assunto de interesse; super “facinho”! A sessão de parceiros já existia, mas foi repaginada e lá estão as marcas que tem produtos na nossa loja física e os professores que dão aula aqui no nosso casulo, ou seja, você poderá saber mais sobre o trabalho das pessoas lindas que ajudam a gente a ser quem a gente é! No blog teremos a sessão Diy – faça você mesmo, com passo a passo de projetos diversos para quem gosta de por a mão na massa; teremos a sessão “Filosofia de Armarinho” uma coleção de frases e teorias coletadas e inspiradas nesse um ano de conversas sobre o universo craft. UM ANO, gente! Passou rápido, já estamos começando a andar, hehe. E também teremos outras novidades que vocês verão no decorrer deste novo ano ♥

Bem, aqui do ladinho do blog, tem a sessão #fizmicapullo, quem nos acompanha sabe, que usando essa hashtag ou nos marcando nas redes sociais a gente pode ver tudo que vocês fazem usando os suprimentos da loja, e a gente simplesmente ama ver o que vocês fazem, muito! E por isso, além de publicarmos toda sexta-feira no nosso instagram os trabalhos de vocês, agora eles também terão um lugar cativo aqui no nosso site.

Gente, ele não tá lindo? Foi feito pelo Somma Studio, a Heloisa é uma designer crafteira que conhecemos no mercado criativo (um bazar que acontece aqui em Curitiba) quando a loja estava só no papel e nos sonhos. Nada melhor que alguém que tem um pezinho nas artes com tramas e a cabeça no design, para captar a essência da Micapullo! Super obrigado ao pessoal do Somma pelo trabalho.

Por ora é só, e já tem curso novo na agenda! Vem ver!